Vinho tinto no verão? Normamelte, as pessoas dão preferência a um espumante ou vinho rose por serem mais leves e pelo fato de serem melhor consumidos gelados. Mas há uma leque de vinhos tintos que podem e devem ser degustados no verão. Um grande exemplo é o Estilo Noveau (Noveau Style).
Os mais famosos são os Beaujolais, que são produzido no sul da Borgonha e que apresentam variações diversas, desde Beaujolais Noveau até o Cus de Beaujolais.
E na Itália que já tem a tradição de consumir vinhos ultra-jovens, lá a bebida é chamada de Vinho Novello. E a dica do mais famoso na categoria jovem é o Barberas D’Asti, considerado uma delícia.
sábado, 15 de janeiro de 2011
Os vinhos mais apreciados do mundo
Ao contrário do que muitos imaginam, os vinhos mais apreciados no mundo possuem baixo nível de teor alcoólico, é o que revelam os críticos e especialistas da área.
Nesta categoria as dicas para o paladar mais sofisticado é o Cabernet Sauvignon, Merlot e Shiraz, que vão bem com massas e chocolate. Pelo menos é o que diz o especialista em vinhos Sherwin Lao.
Segundo Lao, que leciona no Centro de Artes Culinárias Manila, nas Filipinas, é interessante que as pessoas se permitam experimentar pelo menos uma vez diferentes variedades da bebida como o Chateau Margaux of Chateau Lafite – considerado um dos mais caros do mundo.
Afirmam os amantes do vinho que o sabor desse rótulo só tende a melhorar, mesmo após 100 anos. No entanto, o especialista pondera que este tipo de vinho “só pode ser totalmente apreciado por línguas experientes”.
Fonte:
/www.melhores-vinhos.com/
Nesta categoria as dicas para o paladar mais sofisticado é o Cabernet Sauvignon, Merlot e Shiraz, que vão bem com massas e chocolate. Pelo menos é o que diz o especialista em vinhos Sherwin Lao.
Segundo Lao, que leciona no Centro de Artes Culinárias Manila, nas Filipinas, é interessante que as pessoas se permitam experimentar pelo menos uma vez diferentes variedades da bebida como o Chateau Margaux of Chateau Lafite – considerado um dos mais caros do mundo.
Afirmam os amantes do vinho que o sabor desse rótulo só tende a melhorar, mesmo após 100 anos. No entanto, o especialista pondera que este tipo de vinho “só pode ser totalmente apreciado por línguas experientes”.
Fonte:
/www.melhores-vinhos.com/
Franceses na rota da criação de vinhos com menor teor alcoólico
Um grupo de franceses está desenvolvendo um novo método para produzir vinho francês com um teor mais baixo de álcool. As informações ainda são "secretas" sobre este novo vinho, mas o produto poderá agradar aos apreciadores da bebida que prefere consumir vinhos menos alcoólicos.
Nos anos de 1980, de acordo com especialistas em vinhos de todo o mundo, o teor de álcool na bebida variava de 10 a 11 por cento. Hoje o teor alcoólico do vinho vai de 13 a 15 por cento nas vinícolas francesas.
Nos anos de 1980, de acordo com especialistas em vinhos de todo o mundo, o teor de álcool na bebida variava de 10 a 11 por cento. Hoje o teor alcoólico do vinho vai de 13 a 15 por cento nas vinícolas francesas.
O aumento do teor alcoólico nos últimos anos acontece devido ao aumento da temperatura na Europa.
Os novos vinhos prometem ser com uvas de menor teor de açúcar. A expectativa é que o vinho seja lancado em até quatro anos.
Petrolina na produção de vinhos
O grupo São Braz ampliará a primeira vinícola do município, com a produção de vinhos, suco de uva e espumantes.A empresa, que já atua no estado do Ceará, há 40 anos, se destacando com o vinho de mesa mais vendido no Nordeste, agora é proprietária da vinícola Vale do Sol.
A vinícola Vale do Sol já produzia e comercializava vinho em grandes quantidades para outras empresas. Segundo Genaldo Braz, com essa aquisição, a vinícola passará não só a produzir, como também engarrafar e comercializar os produtos com a marca São Braz e Vale do Sol.
“Essa será a primeira vinícola com marca própria de Petrolina”, revelou.
Amy Winehouse no Brasil.
De acordo com a coluna Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, as exigências da cantora incluem quatro garrafas de vinho tinto francês grand cru classé Pomerol, cervejas mexicanas, vodca russa, champanhe francês, refrigerantes, batatas chips e tortilhas mexicanas.
Entre suas exigências está o vinho francês tinto de classificação "grand cru classé", de Pomerol, na região de Bordeaux (França), uma das mais famosas do mundo quando o assunto é enologia.
Este tipo de vinho, dependendo da safra e do produtor, pode custar até R$ 15 mil – preço da garrafa daquela que é considerada a melhor safra do mundo, de 1982.
A bebida de safras mais recentes, dependendo do produtor, custa em média R$ 170.
Para quem entende de vinhos, a cantora tem muito bom gosto, afinal os vinhos da região de Bourdeaux chegam a ser os mais cobiçados do mundo.
O Poder do Suco de Uva
Uma das virtudes de todo suco natural é ter características organolépticas marcantes da fruta que o gerou, aponta o enólogo Adolfo Lona. No caso dos sucos de uva, os provenientes de variedades de origem europeia, utilizadas para obter vinhos finos como Chardonnay, Riesling, Merlot e Cabernet Sauvignon, não apresentam as características da casta. “São neutros, sem graça”, diz ele. “Já os elaborados a partir de uvas da espécie Americanas e/ou híbridas como Concord, Seibel e Isabel – abundantes na Serra Gaúcha – são extremamente ricos em aromas e gosto de uva”, assegura Lona.
É por este motivo que o suco brasileiro é muito apreciado e raro, porque na grande maioria dos países produtores o cultivo das espécies americanas é proibido, como na França, por exemplo. Tradicional produtor e exportador de suco concentrado, o Rio Grande do Sul possui indústrias existentes desde a década de 70, estando entre as mais modernas do mundo. Adolfo Lona garante que o consumidor que provar o suco de uva brasileiro irá descobrir um produto natural, puro, integral e sem álcool. E mais: “que reúne todos os benefícios à saúde que os derivados das uvas tintas oferecem devido à presença do resveratrol”.
“O suco de uva pode ser incluído na dieta de crianças e pessoas idosas, casos em que bebidas alcoólicas não são indicadas”, ressalta a pesquisadora Caroline Dani, que ao lado de Livia Oliboni, João Henriques e Mirian Salvador realizaram estudos cujos resultados mostraram que os sucos de uva, tanto branca quanto tinta, são ricos em compostos bioativos capazes de diminuir o dano causado pelo estresse oxidativo, auxiliando na prevenção de muitas doenças relevantes, como câncer, doenças cardiovasculares e neurológicas. “A uva, que é a variedade de fruta mais cultivada no mundo, e o seu suco, induzem uma importante atividade antioxidante, antiplaquetária, antitumoral e antimutagênica”, argumentam.
Fonte: www.ibravin.org.br
Fashion Rio Outono/Inverno 2011
Os espumantes brasileiros marcaram presença no Fashion Rio Outono/Inverno 2011, que teve seu inicio na terça-feira (11/01/2011) e terminou neste sábado (15/01/2011). Dentre as vinícolas nacionais que fizeram a sua estreia na passarela do maior evento de moda do Rio de Janeiro, no Píer Mauá, estava a Casa Valduga, Domno, Geisse, Pizzato e Cooperativa Vinícola Garibaldi, reunidas pelo Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho). Os produtos foram oferecidos no lounge da Abest (Associação Brasileira de Estilistas) e da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções). Exelênte iniciativa para a divulgação do espumante nacional.
Ribatejo, história e tradição
A grande estrada é o rio: Ribatejo. Ao longo do rio Tejo, a rota do Ribatejo ocupa muitas das terras férteis que o rio inunda. Terra de castelos, mosteiros e igrejas que falam da história, de cidades e vilas que foram paços reais, a fama dos seus vinhos remonta a 1170, referindo-se a eles D. Afonso Henriques no foral da cidade de Santarém.
A região de Ribatejo constitui um roteiro de carácter cultural, gastronómico e de animação turística
Roteiro I – abrange as sub-regiões de Denominação de Origem Controlada de Cartaxo, Santarém e Chamusca. Também conhecido como “Tesouro Gótico” porque circunda Santarém – Capital do Gótico, durante séculos local de veraneio de reis. Alojamento na zona: Quinta da MarchantaRoteiro II - abrange a sub-região de Denominação de Origem Controlada de Coruche. Conhecido como percurso “Touros e Cavalos” pelas extensas planícies ribatejanas (lezírias), onde os primeiros são criados em plena liberdade sempre acompanhados do campino. Alojamento na zona: Quinta da Azervada
Roteiro III - abrange a sub-região de Denominação de Origem Controlada de Almeirim e Chamusca. Dá-se-lhe o nome de “Beira-Tejo” porque este percurso faz-se todo ao longo do rio, numa paisagem denotativa da fertilidade da região. Alojamento na zona: Hotel Rural Quinta da Torre
Roteiro IV– “Tesouro Manuelino – Castelos Templários” abrange as sub-regiões de Denominação de Origem Controlada da Chamusca e Tomar, na mística presença da Ordem dos Templários. Alojamento na zona: Casa da Avó Genoveva
Fonte: http://wordpress.org/ e Intituto do Vinho e da Vinha Portugal
A região de Ribatejo constitui um roteiro de carácter cultural, gastronómico e de animação turística
Roteiro I – abrange as sub-regiões de Denominação de Origem Controlada de Cartaxo, Santarém e Chamusca. Também conhecido como “Tesouro Gótico” porque circunda Santarém – Capital do Gótico, durante séculos local de veraneio de reis. Alojamento na zona: Quinta da MarchantaRoteiro II - abrange a sub-região de Denominação de Origem Controlada de Coruche. Conhecido como percurso “Touros e Cavalos” pelas extensas planícies ribatejanas (lezírias), onde os primeiros são criados em plena liberdade sempre acompanhados do campino. Alojamento na zona: Quinta da Azervada
Roteiro III - abrange a sub-região de Denominação de Origem Controlada de Almeirim e Chamusca. Dá-se-lhe o nome de “Beira-Tejo” porque este percurso faz-se todo ao longo do rio, numa paisagem denotativa da fertilidade da região. Alojamento na zona: Hotel Rural Quinta da Torre
Roteiro IV– “Tesouro Manuelino – Castelos Templários” abrange as sub-regiões de Denominação de Origem Controlada da Chamusca e Tomar, na mística presença da Ordem dos Templários. Alojamento na zona: Casa da Avó Genoveva
Turismo rural, escapadinhas, casas rurais - Portugal
Rota do Vinho - Brasil
Vinhos do semiárido brasileiro possuem maior quantidade de substância anticancerígena
Fonte: Globo Rural on line
Os vinhos elaborados no submédio do Vale do São Francisco, região localizada entre a Bahia e Pernambuco, com as variedades Syrah, Tempranillo e Petit Verdot possuem, respectivamente, quantidades de trans-reverastrol 6, 3 e 2 vezes mais que o mesmo produto de origem francesa, espanhola ou argentina. Pesquisas na área de medicina revelam que essa substância tem ação anticancerígena e preventiva de doenças cardiocirculatórias, segundo informações da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Nas parreiras, o trans-reverastrol tem a função de proteger as plantas de determinados tipos de estresses físico e ambiental. Nas áreas de cultivo do semiárido brasileiro, a prática de interromper a irrigação em um ambiente de alta temperatura, quando os frutos estão próximos ao ponto de colheita, faz com que as plantas acelerem seus mecanismos de defesa e produzam mais compostos de interesse biológico como trans-resveratrol, quercetina erutina. Os resultados fazem parte dos estudos obtidos pela professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Luciana Lima, em sua tese de doutorado.
Tipicidade
De acordo com o enólogo da Embrapa, Giuliano Elias Pereira, o clima quente e seco da região pode explicar a diferença na concentração desses elementos químicos entre os vinhos do semiárido e aqueles processados nas zonas de temperatura mais amena da Europa, dos Estados Unidos, da Argentina e mesmo do Rio Grande do Sul.
Para ele, nos percentuais em que são encontrados leva-se a crer que o consumo de vinhos tropicais do Brasil poderá ser mais benéfico à saúde do que outros tipos de vinhos elaborados nas zonas tradicionais de produção, de clima temperado. “Um produto com potente ação antioxidante, capaz de transformar o mal (LDL) no bom (HDL) colesterol, tem um apelo comercial capaz de dar grande evidência aos vinhos do vale do São Francisco”, afirma Pereira.
A região já é marcada por uma situação que é única dentre todas as áreas vinícolas ao redor do planeta: é a única onde a combinação de ambiente e desenvolvimento tecnológico tornou possível a produção de uvas e a elaboração de vinhos em qualquer época do ano, com características distintas de qualidade e tipicidade.
Para ele, nos percentuais em que são encontrados leva-se a crer que o consumo de vinhos tropicais do Brasil poderá ser mais benéfico à saúde do que outros tipos de vinhos elaborados nas zonas tradicionais de produção, de clima temperado. “Um produto com potente ação antioxidante, capaz de transformar o mal (LDL) no bom (HDL) colesterol, tem um apelo comercial capaz de dar grande evidência aos vinhos do vale do São Francisco”, afirma Pereira.
A região já é marcada por uma situação que é única dentre todas as áreas vinícolas ao redor do planeta: é a única onde a combinação de ambiente e desenvolvimento tecnológico tornou possível a produção de uvas e a elaboração de vinhos em qualquer época do ano, com características distintas de qualidade e tipicidade.
Geografia
A possibilidade cria uma situação também muito distinta da europeia e das zonas vinícolas das Américas do Norte e do Sul. Em países como a França e a Argentina, por exemplo, os enólogos em 30 anos de vida profissional chegam a elaborar 30 vinhos. No submédio do vale do São Francisco, um mesmo profissional pode elaborar esta mesma quantidade em apenas um ano, por ser possível escalonar a produção, entre os meses de maio e dezembro, e realizar colheitas uvas e vinificar todas as semanas e todas as quinzenas.
A vitivinicultura é uma atividade de crescente importância no negócio agrícola do semiárido brasileiro. Com seis vinícolas instaladas, a produção na região já representa 18% do mercado nacional de vinhos finos. É a segunda maior do país, atrás do Rio Grande do Sul.
A presença de compostos como o trans-resveratrol, quercetina e rutina nos vinhos das variedades Syrah, Tempranillo e Petit Verdot, registrada por métodos científicos em laboratórios da Embrapa e das Universidades Federais em Pernambuco (UFRPE e UFPE), é base para caracterização física, química e sensorial. Segundo Giuliano Elias Pereira, são informações que valorizam uma identidade regional e favorecem a adoção de mecanismos como a Indicação Geográfica de Procedência dos vinhos do vale.
A vitivinicultura é uma atividade de crescente importância no negócio agrícola do semiárido brasileiro. Com seis vinícolas instaladas, a produção na região já representa 18% do mercado nacional de vinhos finos. É a segunda maior do país, atrás do Rio Grande do Sul.
A presença de compostos como o trans-resveratrol, quercetina e rutina nos vinhos das variedades Syrah, Tempranillo e Petit Verdot, registrada por métodos científicos em laboratórios da Embrapa e das Universidades Federais em Pernambuco (UFRPE e UFPE), é base para caracterização física, química e sensorial. Segundo Giuliano Elias Pereira, são informações que valorizam uma identidade regional e favorecem a adoção de mecanismos como a Indicação Geográfica de Procedência dos vinhos do vale.
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